Quando sairá do papel a INTERLIGAÇÃO DE LUZIÂNIA PARA BRASÍLIA?




MAMUTE
                                                                                                                     Dec 26, 2012, 4:44 PM

Quero ver sair do papel, e pior, a operação, a UNB colocou a mão no projeto, então estragou o mesmo, pois, querem apenas aproveitar os trilhos simplesmente e construir estações. Os moradores do entorno não vão deixar seus carros, pois, no dia que um trem quebrar no meio do nada, numa via única, o povo vai lascar fogo no trem sem dó.

Agora se o projeto fosse TOTALMENTE duplicado, e com integração trem-ônibus-metrô, aí sim, o VLT, seria viabilizado.

Pior que não vai ir pra frente desse jeito, mesmo duplicado, o trajeto é muito irregular com muitas curvas e não abrange uma grande população, sendo só um trilho, vai acontecer um quebra-quebra desgraçado quando der pau em um trem, não quero nem ver o caos:runaway:



pesquisadorbrazil
                                                                                                   Dec 26, 2012, 10:04 PM

Pior que não vai ir pra frente desse jeito, mesmo duplicado, o trajeto é muito irregular com muitas curvas e não abrange uma grande população, sendo só um trilho, vai acontecer um quebra-quebra desgraçado quando der pau em um trem, não quero nem ver o caos:runaway:

Até aonde eu tive acesso ao projeto, a bendita UNB não levou em consideração, que todo tecido urbano da região, terá de migrar para as margens da ferrovia.

Então antes de pensar no meio de transporte, mas, no impacto que ele terá, pelo que estou vendo, vai ser apenas um meio de transporte para ligar as cidades dormitório ao Plano Piloto. Sem considerar que o meio de transporte poderia ser usado como vetor de desenvolvimento urbano, social e porque não econômico.

MAMUTE                                                                                                                      Dec 28, 2012, 3:37 PM

VLT entre Brasília e Luziânia tem custo estimado entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões por quilômetro


Para muitos moradores da Região Metropolitana do DF, a difícil rotina de enfrentar engarrafamentos para chegar à capital pode estar com os dias contados. Uma nova alternativa de transporte público, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), promete uma ligação mais ágil entre Brasília e Luziânia (GO). A medida foi publicada no Diário Oficial da União de ontem e traz o edital de contratação de uma empresa que ficará responsável por concluir o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de implementação da ligação ferroviária entre as duas cidades.


O projeto, sob responsabilidade da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), tem um custo estimado entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões por quilômetro, totalizando R$ 80 milhões.


O objetivo do estudo é adaptar os 76 quilômetros de trilhos que já existem e que servem para transportar cargas, em um transporte confortável e rápido – alcançado uma velocidade de até cem quilômetros por hora. Conforme o projeto, a linha férrea entrará no DF próximo à BR-040, caminho de Luziânia. O VLT passará pelo Park Way, Núcleo Bandeirante, Guará e Setor de Indústrias, e terminará na Estação Rodoferroviária.



Para a implementação do projeto, será utilizado o Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). De acordo com o diretor-superintendente da Sudeco, Marcelo Dourado, o transporte não polui, é 100% sustentável e poderá atender a 560 mil pessoas. “Estamos otimistas com o projeto. Os trilhos estão em bom estado e não deixarão de transportar as cargas”, explica.


As empresas têm até 5 de março para entregar as propostas à Sudeco. Segundo Dourado, o prazo máximo para entrega dos estudos é de dez meses. “Em outubro, queremos estar com estes estudos concluídos e apresentar parte de outorga e concessão, a obra de engenharia e adaptação no final de 2013”, diz.


Há um pedido para que a linha atenda também aos moradores de Santa Maria, a construção de quatro quilômetros de trilhos e estações. Uma das vias que também será beneficiada é a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia).


Obras de trem que vai ligar Brasília a Luziânia devem começar em 2014.

Veja reportagem que saiu no DFTV

Este foi o edital da Concorrência


Fonte: http://forum.skyscraperpage.com/archive/index.php/t-194614-p-3.html


Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno - RIDE - DF

                                    

                                   RIDE - DF



O processo de urbanização brasileiro caracterizou-se por ser um processo rápido, ocorrido no século passado. Além disso, esse processo teve como uma de suas marcas a concentração da população em grandes aglomerados urbanos, que, com o passar do tempo, adquiriram porte metropolitano.


A gestão metropolitana no Brasil foi assunto tratado no texto da Constituição Federal de 1988. A responsabilidade principal por esta matéria é dos estados federados, conforme o artigo 25, parágrafo 3°: “Os Estados poderão, mediante lei complementar, instituir regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por agrupamentos de municípios limítrofes, para integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum.”


Sabe-se, porém, que algumas aglomerações urbanas ultrapassam os limites de unidades federativas diferentes. A fim de solucionar tal questão, o próprio texto constitucional assevera, em seu artigo 21, inciso IX, ser atribuição da União “elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolvimento econômico e social”. Já em seu artigo 43, temos: “Para efeitos administrativos, a União poderá articular sua ação em um mesmo complexo geoeconômico e social, visando a seu desenvolvimento e à redução das desigualdades regionais”. O mesmo artigo aponta que o instrumento legal para tais políticas serão leis complementares.


A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF) é uma região integrada de desenvolvimento econômico, criada pela Lei Complementar n.º 94, de 19 de fevereiro de 1998, e regulamentada pelo Decreto n.º 7.469, de 04 de maio de 2011, para efeitos de articulação da ação administrativa da União, dos Estados de Goiás, Minas Gerais e do Distrito Federal.


Consideram-se de interesse da RIDE os serviços públicos comuns ao Distrito Federal, Estados de Goiás, Minas Gerais e aos Municípios que a integram, relacionados com as seguintes áreas:

  • infraestrutura;
  • geração de empregos e capacitação profissional;
  • saneamento básico, em especial o abastecimento de água, a coleta e o tratamento de esgoto e o serviço de limpeza pública;
  • uso, parcelamento e ocupação do solo;
  • transportes e sistema viário;
  • proteção ao meio ambiente e controle da poluição ambiental;
  • aproveitamento de recursos hídricos e minerais;
  • saúde e assistência social;
  • educação e cultura;
  • produção agropecuária e abastecimento alimentar;
  • habitação popular;
  • serviços de telecomunicação;
  • turismo; e
  • segurança pública.




Citações e versos

      As rosas são vermelhas e eu tenho um buquê, meu nome é Felicidade e eu sou louco por você!!!

Você é meu Universo